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Enviado em 08/10/18 às 14h14min
 
 
“Devemos priorizar nossa saúde”, conta beneficiária que enfrentou o câncer de mama

Thaíla Queiroga
 
 
 
Falar sobre o câncer de mama não é assunto fácil. Mas a temática é importante principalmente para prevenir e tomar conhecimento sobre a doença. O câncer de mama é a segunda doença mais frequente no Brasil, onde são registrados de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), cerca de 59 mil casos por ano. Por isso, todos os anos a Affego se compromete em dedicar o mês de outubro à saúde da mulher, alertando e também prevenindo através do exame de mamografia a detecção precoce da doença.

A beneficiária do Affego-Saúde, Laís Rodrigues Viana Ferraz é um dos exemplos de prevenção e cuidados com a saúde: participa desde a primeira edição da Campanha Outubro Rosa da Affego, além dos exames e consultas de rotina anualmente. Para Laís, manter esse hábito sempre foi uma tarefa muito fácil: “Temos que adquirir por meta anualmente fazer os exames. Iniciou o ano já vai procurar fazer esses exames todos, para ficar mais tranquila”, comenta.

E foi através desses cuidados que a beneficiária descobriu algo anormal em abril de 2008. Após relizar o autoexame, que nada mais é do que apalpar os seios, Laís percebeu que existia um caroço na mama, diferente do habitual. A partir disso, não pensou duas vezes e buscou imediatamente seu médico, que após realizar algumas radiografias, encaminhou-a para um médico mastologista. “Foi quando eu descobri, fez-se a punção, fez aqueles exames de rotina e descobriu. Aí cuidou rápido também”, conta a affegueana.

Após a descoberta da doença, Laís alerta que a escolha de um bom profissional é essencial para a boa evolução do tratamento além da confiança em Deus. “Graças a Deus eu tive sorte, a escolha é muito importante de um profissional competente, experiente, é tudo. E a mão de Deus lógico”, afirma. O método indicado para o seu caso foi realizar antes da cirurgia algumas sessões de quimioterapia, que segundo ela, para diminuir consideravelmente o tumor. “Fiz três quimioterapias, ele regrediu, e depois da cirurgia mais três”, relata. O tumor estava em fase inicial, porém era agressivo, e por isso, os medicamentos utilizados nas quimioterapias eram fortes e nos primeiros meses os pelos caíram. Na certeza da sua cura, Laís enfrentou os obstáculos sem perder a fé, e claro, rodeada de muito amor e compreensão da família: “ Graças a Deus tive sucesso, tive muita força, a família me ajudou muito, meu marido e meus filhos”.

Não parei de trabalhar”

Durante o período de tratamento contra o câncer, a beneficiária não se afastou do trabalho. A educadora e também advogada, exerceu o cargo de defensora pública, avaliando processos na área de família, especificamente em casos de pensão alimentícia. Laís realizava as quimioterapias às quartas-feiras e permanecia em repouso o restante da semana. “Na outra segunda eu estava trabalhando, atendendo o público, mexendo com processos”, comenta.

Para Laís, não mudar a rotina por conta da doença foi importante, ser útil para o público que atendia, dava mais força para seguir lutando. “Foi muito importante o trabalho, porque estava me sentindo útil, isso foi muito importante, mesmo caindo o cabelo eu pus um turbante. Isso é um diferencial importante, a pessoa não pode se isolar, ficar quieta, tem que ser mais forte que a doença, isso é fundamental”, conta.

Affego-Saúde, um plano de saúde humano

Apesar de estar passando por um tratamento oncológico, Laís não teve muito com o que se preocupar pois estava resguardada pelo Affego-Saúde que acompanhou a beneficiária desde o início. “Tudo o que nós requeremos para a Affego, ela nos atendeu, inclusive tinha uma injeção muito cara, a granulokine uma injeção que é para aumentar a imunidade e a maioria dos institutos não cobre, a Affego sempre colocou à disposição”, afirmou.

Outubro Rosa é o mês da saúde feminina

Adepta desde o primeiro ano da campanha na Affego, Laís sempre manteve seus exames em dia. Mesmo com os devidos cuidados, após alguns meses ter ido ao ginecologista, ela descobriu o tumor. Desta forma, aliar os cuidados em casa, apoiar e participar desta campanha, faz com que o conhecimento sobre a doença e a prevenção da mesma possa alcançar mais mulheres. “Muita doença que é vista no início tem solução, o câncer inclusive, quando diagnosticado no início é mais fácil, o tratamento é menos agressivo. Tem que cuidar e valorizar a saúde”, conclui.

 
Fonte/Autoria: Thaíla Queiroga - ASCOM

 
 
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